Católica debate guerra e paz em colóquio internacional

Segunda-feira, Junho 8, 2026 - 13:19
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Diario do Minho
Campus de Braga _ Foto

A Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Católica Portuguesa recebe, na próxima terça-feira, dia 9 de junho, o II Colóquio Internacional Perdão, Guerra e Paz, subordinado ao tema “A Guerra ou a Paz são Inevitáveis?”, que decorre a partir das 10h00, na sala do Centro de Estudos Filosóficos e Humanísticos (CEFH), com entrada livre.

A iniciativa insere-se na linha de investigação “GuEST – As Guerras e as Expressões Simbólicas do Trauma” do Centro de Estudos Filosóficos e Humanísticos, dando continuidade ao trabalho interdisciplinar iniciado em 2024 na Universidade de Coimbra.

Segundo os promotores, o colóquio visa «promover um diálogo interdisciplinar, a partir das humanidades, que possa contribuir para uma melhor compreensão dos temas do Perdão, da Guerra e da Paz e, desse modo, fomentar a formação de sociedades e instituições mais justas».

O II Colóquio Internacional alarga o grupo de instituições participantes. Assim, além da presença de representantes da Universidade Católica e da Universidade de Coimbra, o evento vai contar com contributos vindos da Universidade do Porto, da ESCUNI-Madrid e da Universidad Pontificia de Salamanca.

O programa arranca às 10h00, com Ana Paula Pinto a falar do tema “A Dor em Diálogo: Príamo, Aquiles e o Esgotar da Guerra (Il. XXIV)”, seguindo-se, às 10h30, a comunicação “Da inevitabilidade da Guerra, mas também da Esperança: Alguns Exemplos marcantes da Literatura Greco-Latina”, por Maria José Lopes.

Durante a manhã, Klédson Tiago Alves de Souza aborda, às 11h15, “Diálogo e Paz: Uma Leitura do De Pace Fidei de Nicolau de Cusa”; Sílvia Bento, às 11h45, apresenta a comunicação “A Paz Acima de Toda a Paz: Cisão e Reconciliação Segundo Hölderlin”; e Maria Corga faz referência, às 12h15, à temática “Onde está a Justiça no Século XXI? O Problema da Corrupção, Violência e Guerra a partir de Hannah Arendt e Immanuel Kant”.

Os trabalhos da parte da tarde começam às 14h30, com o tema “A Guerra das Ideias: J. S. Mill, A. MacIntyre e o Acordo para Discordar”, tratado por Artur Ilharco Galvão. Segue-se, às 15h00, Susana Vilas Boas com a intervenção “Queremos Falar de Paz? Então Falemos de Justiça, de Perdão e de Esperança”.

“La Fraternidad Universal como Antídoto Ante la Guerra: Una Lectura del Papa Francisco” é o mote da comunicação de Gregorio Aboín Martín, marcada para as 15h45, seguindo-se a temática “Da Automação dos Conflitos: A Quem Perdoar na Era dos Drones?”, por Cláudio Carvalho, às 16h15, antes da sessão de encerramento.