No dia 13 de dezembro decorreu, na Aula Magna da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais (FFCS) da Universidade Católica Portuguesa (UCP)- Braga, a Sessão Solene de Bênção e Entrega de Diplomas aos licenciados e mestres do ano letivo 2024/2025.
A sessão, presidida pelo Arcebispo Metropolita de Braga, Dom José Cordeiro, e pela Reitora da UCP, Isabel Capeloa Gil, contou com a presença do Pró-Reitor da UCP Braga, Paulo Dias, do Diretor da FFCS, Bruno Nobre, e do Diretor da Faculdade de Teologia, Luís Miguel Figueiredo Rodrigues, bem como de mais de uma centena de estudantes diplomados, acompanhados pelas suas famílias.
O Pró-Reitor abriu a sessão dando as boas-vindas aos estudantes e às famílias e apelou aos jovens que receberam os seus diplomas para que, a partir dos princípios que receberam na Católica, possam "ajudar a transformar a sociedade num espaço mais humano, mais solidário, mais justo e mais pacífico".
"Este diploma é, assim, a vossa licença para sonhar. Mas é também a vossa responsabilidade de fazer a diferença, de fazer melhor. Usem o que aprenderam para melhorar o mundo à vossa volta, na vossa comunidade, na vossa profissão, nas vossas famílias. Desafiem-nos também a melhorar. Desafiem as vossas comunidades a construir um mundo melhor", instou. Paulo Dias, terminou o seu discurso de abertura ao referir que se deve "celebrar acima de tudo, a persistência, o esforço, a motivação e a aprendizagem dos estudantes, assim como o apoio, tantas vezes para além das suas possibilidades, das famílias, que abdicam, certamente, de muitos bens materiais mais imediatos, para cumprir os seus sonhos e o dos seus filhos e filhas".
Em representação dos alunos diplomados, Carla Coutinho, mestre em Comunicação Digital, reforçou que agora "o objetivo passa a ser só um: Saber fazer bem!". Admitiu, ainda, que "é um orgulho dizer: Eu sou formada pela Universidade Católica Portuguesa".
A Reitora da UCP, Isabel Capeloa Gil, desafiou os estudantes a serem "protagonistas nos grandes combates, nos grandes desafios que as sociedades e que Portugal enfrenta".
No encerramento da sessão, D. José Cordeiro os diplomados da Católica devem ter um elemento diferenciador, que é a luz do Evangelho, o saber fazer bem. "Que seja o vosso distintivo aqui ou em qualquer lugar do mundo onde vos encontreis porque este sentido universal, católico, que é a maior expressão, não é um sentido religioso sequer nem confecional", apelou.