* actualização em 6 de maio de 2020
| 1ª Fase | 2ª Fase | 3ª Fase | |
|---|---|---|---|
| Início | 23/mar | 01/jun | 28/set |
| Término | 15/mai | 14/set | 16/out |
| Resultados | 22/mai | 21/set | 21/out |
| Matrículas | 22/mai a 29/mai | 21/set a 25/set | 21/out a 23/out |
22 de outubro (quinta-feira)
a) Os Certificados de Habilitação necessitam ter validação dos Serviços Consulares ou a Apostila de Haia.
Consultar tabela de taxas, emolumentos e propinas em vigor (também em tesouraria@braga.ucp.pt).
O projeto pretende saber se e como o
português europeu e o português brasileiro convergem ou divergem ao
longo dos últimos 60 anos nos domínios lexical, gramatical e de atitudes
linguísticas. O projeto insere-se no contexto de investigação sobre
línguas pluricêntricas, isto é, línguas com diferentes variedades
nacionais. Explora uma perspetiva sociocognitiva da variação
linguística, procurando investigar como se interrelacionam fatores
conceptuais e fatores sociais da variação em línguas pluricêntricas, e
utiliza avançados métodos socioletométricos baseados em conceitos, que
permitem medir distâncias linguísticas e correlacioná-las com todos os
tipos de variáveis sociolinguísticas.
Este projeto permitirá determinar a relação evolutiva entre o português
europeu e o português brasileiro e caracterizar a natureza pluricêntrica
da língua portuguesa. Especificamente, permitirá confirmar a hipótese da
divergência entre as duas variedades nacionais e a hipótese de um
pluricentrismo simétrico da língua portuguesa. Espera-se que possa ser
posteriormente estendido às variedades africanas do português. O projeto
é também relevante para políticas de língua, posições normativas e
práticas educacionais que reconheçam e promovam o pluricentrismo do
português.

O projeto European implementation of the Cannabis Abuse Prevention
Program for Young Consumers (CAPPYC), financiado pela Direcção Geral de
Justiça da Comissão Europeia, com o objectivo de prevenir ou minimizar o
consumo de cannabis entre jovens dos 15 aos 18 anos, através de uma
mudança de atitudes em relação ao seu uso. Esta iniciativa liderada pela
Fundación de Ayuda contra la Drogadicción (FAD), contando com mais dois
parceiros de Espanha, como a Universidade Nacional de Educação à
Distância e a Universidad Miguel Hernández, o Centro Studi ed Iniziative
Europeo, de Palermo, Itália, a Asociata pentru Motivare si Schimbare, da
Roménia, e a Universidade Católica Portuguesa. Com a duração total de
dois anos, pretende avaliar o consumo de canábis junto de jovens entre
os 15 e os 18 anos, criar uma escala de medição das atitudes perante
essa droga e avaliar a eficácia de um programa de prevenção.
Mais informações podem ser encontradas em .cappyc.eu

Comparando a conceptualização e a expressão das emoções no português europeu e no português brasileiro
Projeto financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, no âmbito do
concurso de Apoio a Projetos de Investigação nos domínios da Língua e da
Cultura Portuguesas (2015)
Coordenador: Augusto Soares da Silva (assilva@braga.ucp.pt)
O projeto pretende investigar semelhanças e diferenças na
conceptualização e na expressão linguística de emoções e sentimentos
entre o português europeu e o português brasileiro.
O ponto de partida da investigação é a ideia de que as emoções, embora
se fundamentem em experiências corporais fisiológicas, são condicionadas
e construídas pela cultura. Na perspetiva da Linguística Cognitiva, são
exploradas as relações entre emoção, linguagem, cognição e cultura,
procurando analisar como se correlacionam corpo humano e seus processos
fisiológicos e fatores culturais e contextuais na conceptualização e
expressão das emoções nas variedades europeia e brasileira do português.
São estudadas três dimensões da linguagem das emoções:
(i) diferenças de conceptualização entre as duas variedades nacionais do
português;
(ii) função das categorias linguísticas nas experiências emocionais e
impacto dos conceitos de emoção no português como língua pluricêntrica;
(iii) importância da compreensão do significado das emoções no
desenvolvimento da inteligência emocional e na cognição social.
Utilizando métodos empíricos e quantitativos de análise de corpus e de
experimentação, incluindo técnicas avançadas de análise
multivariacional, são analisadas expressões lexicais, gramaticais e
discursivas de emoções e identificados processos de conceptualização de
emoções, como metáfora e metonímia, esquemas imagéticos e dinâmica de
forças.
História
Quando em Itália, na cidade que empresta o nome ao chamado Processo de
Bolonha, é criada a universidade (1088), já no território que viria ser
Portugal funcionava não uma universidade, mas uma escola particular, com o
respetivo mestre, para ensinar os alunos que quisessem acorrer à Escola do
Cabido, aninhada junto à Sé de Braga.
Esta referência seria aqui dispensável, se não considerássemos dois
factos: primeiro, que é na tradição de tal escola, no longínquo ano de
1072 (ou mesmo antes), que a Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais,
enquanto natural continuadora da Faculdade de Filosofia, se coloca;
segundo, que foi exatamente esta (última) a primeira escola superior não
estatal a conferir graus académicos de licenciatura e doutoramento em
Portugal.
Resultando de um processo de reestruturação de duas Faculdades do Centro
Regional de Braga, a Faculdade de Filosofia e a Faculdade de Ciências
Sociais, a história da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais (FFCS),
por conseguinte, antes de mais, confunde-se com parte da própria história
da primeira. Na verdade, a Faculdade de Filosofia, enquanto obra da
Companhia de Jesus, está indelevelmente associada não só à presença dos
Jesuítas em Portugal, mas também à sua vocação para o ensino.
Chegados a Portugal em 1540, os primeiros jesuítas, Simão Rodrigues e S.
Francisco Xavier, depressa deram início às aulas públicas no Coleginho de
Santo Antão, em Lisboa, dedicando-se ali à formação humana e cristã da
juventude portuguesa.
Em 1543, receberam de D. João III uma casa em Coimbra, destinada aos
estudos dos jovens jesuítas; pouco depois, foi-lhes entregue pelo mesmo
rei o Colégio das Artes.
Em 1559, foi-lhes oferecida a Universidade de Évora pelo Cardeal D.
Henrique, o mesmo que, ainda Arcebispo de Braga, tentara construir para a
Companhia de Jesus um colégio. Mas foi o célebre Beato D. Frei Bartolomeu
dos Mártires que, em 1563, lhes "fundou" o Colégio de S. Paulo. Braga
entra, assim, dentro da tradição dos colégios dirigidos pelos jesuítas
portugueses.
Quando estes foram expulsos de Portugal, em 1759, dirigiam vinte e oito
colégios de ensino secundário, em Portugal, e a Universidade de Évora.
O Colégio de S. Paulo, em Braga, teve como primeiro Reitor o Beato Inácio
de Azevedo. Durante 196 anos, foi o Colégio de S. Paulo o principal centro
da educação da juventude bracarense: com mais de dois mil alunos
matriculados em vários anos, o Colégio distinguia-se pelo alto nível dos
seus estudos (chegando a ser pedida a colação de graus), e adquiriu o
privilégio de traje e atos académicos, com certas regalias ou usos do foro
universitário.
Os jesuítas voltaram a Braga em 1875. Desta vez, dedicaram-se mais ao
apostolado do que ao ensino. Mas quando, após a expulsão de 1910,
regressaram a Braga, em 1934, estabeleceram na Rua de S. Barnabé o
Instituto Beato Miguel de Carvalho para o estudo da Filosofia.
Em 1942, os estudos de Filosofia aqui ministrados são declarados pelo
Ministério da Educação “Curso Superior de Ciências Filosóficas”. Em 1947,
o Instituto é elevado a Faculdade Pontifícia e, em 1967, esta mesma
Faculdade é declarada, pelo decreto Lusitanorum nobilissima gens, de 13 de
outubro de 1967, Faculdade de Filosofia da Universidade Católica
Portuguesa. Foi a primeira Faculdade da nova Universidade Católica que, em
1968, prosseguiu a sua expansão com a Faculdade de Teologia em Lisboa.
Ao longo do tempo, a Faculdade de Filosofia alargou o leque da formação de
base, em Filosofia e Humanidades, às áreas do Desenvolvimento de Empresas,
Psicologia, Ciências da Comunicação, Artes e Ciências Documentais. Assim,
quando em 2001 é criada a Faculdade de Ciências Sociais, num conjunto de
três Unidades Orgânicas – que entretanto seriam integradas
administrativamente no Centro Regional de Braga – à oferta formativa já
existente na Faculdade de Filosofia e na de Teologia, vêm juntar-se o
Serviço Social, as Tecnologias da Informação e Comunicação, as Ciências da
Educação e, mais recentemente, o Turismo, o Património e o Design.
Cumprindo a determinação do Conselho Superior de 18 de janeiro de 2013,
formou-se o Grupo de Reflexão Estratégica para a reestruturação do Centro
Regional de Braga, constituído pelos Vice-Reitores, Profs. Doutores Isabel
Capeloa Gil e José Tolentino de Mendonça, pelo Presidente do Centro
Regional de Braga, Prof. Doutor João Duque, e pelos Profs. Doutores
Joaquim Azevedo, Miguel Gonçalves, Sérgio Tenreiro de Magalhães, Luísa
Leal de Faria e Alfredo Dinis.
Com trabalhos preparatórios apresentados no verão de 2013, porém, só na
sequência da nomeação, pelo Conselho Superior, em maio de 2014, de uma
Comissão de Acompanhamento do CRBr, e a partir da formação de um grupo de
trabalho local, a “Comissão de Reestruturação do CRBr”, o modelo a seguir
ganharia verdadeira forma (ou, pelo menos, contornos mais definidos).
Integraram a Comissão de Acompanhamento do CRBr os Profs. Doutores Luísa
Leal de Faria, Carvalho Guerra, João Duque e a Dra. Helena Brissos;
constituíram a “Comissão de Reestruturação do CRBr” os Profs. Doutores
João Duque, Presidente do CRBr e representante da Comissão de
Acompanhamento; Miguel Gonçalves, Augusto Soares da Silva e Carlos Morais,
da Direção da Faculdade de Filosofia; José Carlos Miranda, Alexandra
Esteves e Sérgio Magalhães Tenreiro, da Direção da Faculdade de Ciências
Sociais; Isabel Varanda, da Direção da Faculdade de Teologia; José Manuel
Martins Lopes SJ, representante da Companhia de Jesus; e João Alberto
Correia, representante da Arquidiocese de Braga.
Acolhido favoravelmente pela Comissão de Acompanhamento do CRBr, pela
Reitoria e pela Companhia de Jesus, seria com base neste modelo que o
Conselho Superior da UCP viria a aprovar, por unanimidade, no dia 16 de
janeiro de 2015, a fusão das duas Unidades de Ensino, por meio da criação
da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais – tendo em conta a
proximidade científica das áreas das duas faculdades e “a vantagem da
unificação de esforços e recursos, perante os fortes desafios da
internacionalização e da prestação de serviços à região”.
Nomeada, entretanto, por despacho reitoral de 18 de fevereiro de 2015, uma
Direção de transição (para, entre outras tarefas, “dirigir e acompanhar o
processo de gestão diária das duas faculdades com vista à criação da
Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais”), por Decreto MC–07/2015 do
Magno Chanceler da Universidade Católica Portuguesa e Cardeal Patriarca de
Lisboa, é instituída, em Braga, a partir do dia 1 de junho de 2015, a
Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais, tendo o seu Diretor e o
Conselho de Direção tomado posse, em ato público, no dia 5 do mesmo mês.
Serviço Comunitário
Contextualizados no projeto e na missão da Universidade Católica
Portuguesa, os Cursos de Licenciatura e Mestrado em Psicologia perspetivam
o ensino e a investigação como promotores não só da dignificação
profissional, mas também humana.
Neste sentido, está previsto que o aluno possa participar num programa de
voluntariado, designado de Serviço Comunitário, dando resposta a
necessidades reais da comunidade envolvente e contribuindo para o
desenvolvimento das suas competências de intervenção social e de natureza
relacional, fundamentais no exercício da Psicologia.
O Serviço Comunitário constitui um programa do plano curricular da
Licenciatura em Psicologia, e uma oportunidade extensível ao primeiro ano
dos Mestrados em Psicologia, que permite ao aluno desenvolver um projeto
de voluntariado em diversas instituições da comunidade, e cuja ação se
situa numa linha de complementaridade com a atividades dos profissionais,
sem os substituir.
A integração neste programa é facultativa e deverá corresponder a uma
decisão livre e voluntária do aluno, apoiada em motivações pessoais (e.g.,
a autonomia individual, a prática de uma cidadania ativa, o apoio ao
próximo) e valores como a empatia, a solidariedade, a gratuidade, a
responsabilidade e o compromisso.
O Serviço Comunitário poderá ser desenvolvido ao longo do ano letivo ou de
forma intensiva (e.g., interrupções letivas, férias), em instituições que
abrangem diferentes áreas de intervenção, como sejam: escolas, lares de
idosos, lares de acolhimento de crianças, projetos de intervenção
comunitária, instituições de saúde, entre outras.
A integração e o acompanhamento do aluno durante a sua prestação são
cumpridos em articulação entre a Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais
e a instituição acolhedora onde é implementado o projeto.
A prática de diferentes atividade de voluntariado pelo aluno ao longo do
seu percurso académico poderá assumir-se não só como uma mais valia
enquanto experiência facilitadora do seu desenvolvimento pessoal e social,
mas também da sua orientação profissional, uma vez que constitui uma
excelente oportunidade de conhecimento e exploração de contextos e
realidades que no futuro lhe poderão ser úteis na tomada de decisão sobre
a(s) área(s) de especialização ou profissionalização que pretenda
enveredar.
Centro de Estudos Filosóficos e Humanísticos 2015- 2020
Unidade de Investigação (UI&D 683) financiada pela Fundação para a Ciência e a TecnologiaO CEFH pretende investigar, numa perspetiva multidisciplinar, as relações entre Pessoa e Sociedade nas suas dimensões filosófica e ética, linguística e comunicacional, cultural e literária, psicológica e educacional. Promovendo as relações entre as ciências humanas, a Unidade articula as contribuições da filosofia, linguística, estudos literários e psicologia. A investigação centra-se em quatro aspetos da relação do indivíduo com o mundo e os outros, a que correspondem quatro grupos de investigação: as novas e diversas formas de impacto da Natureza na racionalidade, o significado linguístico como conceptualização corporizada e socioculturalmente situada, a memória cultural dialogicamente reinterpretada no texto literário e percursos desenvolvimentais na saúde e na educação.
O objetivo geral do Grupo é analisar e avaliar as diversas contribuições
do conhecimento filosófico e ontológico e da dimensão estético-artística
para a realização integral da pessoa humana na sociedade contemporânea. O
primeiro projeto explora o tema da Natureza nos seus vários significados
expressos em trabalhos recentes das áreas da ciência, filosofia e teologia
que têm contribuído para uma maior realização da pessoa na sociedade. São
tópicos de especial atenção a causalidade presente nos sistemas complexos,
as novas formas de religião presentes nas recentes correntes do pensamento
pós-secular, bem como os fenómenos do sagrado e os efeitos do relativismo
generalizado no campo da ética e do bem-estar. O segundo projeto investiga
percursos de humanização através da estética e da expressão artística,
explorando o potencial da criação artística contemporânea, do património
artístico e da cultura estética.
O Grupo pretende investigar estruturas
linguísticas do português e do espanhol e discursos dos media como
manifestações de processos de conceptualização socioculturalmente
situados. Significado, variação do significado e sua fundamentação na
cognição, na cultura e na sociedade são os temas principais de
investigação. O primeiro projeto investiga, na perspetiva da Linguística
Cognitiva, as categorias da causalidade, agencialidade, modalidade e
perceção; a interação entre significado lexical e significado
construcional; a conceptualização e a expressão de emoções; e as dimensões
sociocognitivas do pluricentrismo do português nas variedades europeia e
brasileira. O segundo projeto, promovendo a sinergia entre Análise Crítica
do Discurso, Ciências da Comunicação e Linguística Cognitiva, estuda os
discursos religioso, político e publicitário, focalizando processos
cognitivos, estratégias discursivas e ideologias.
Sendo a literatura uma das formas artísticas que mais claramente revela a
experiência estética do passado reinterpretado no presente e reconhecendo
a necessidade a a urgência de preservação da memória cultural de matriz
humanista, o objetivo fundamental do Grupo é promover estudos críticos
literários e culturais, à luz de uma perspetiva intertextual e
comparativa, tomando como ponto de partida o legado clássico greco-latino
e como ponto de chegada autores portugueses contemporâneos e enquadrando
as produções literárias no contínuo da atividade humana. Entre os
principais tópicos de investigação, estão a continuidade literária da
mitologia clássica, a reescrita de tópicos clássicos em obras
contemporâneas, releituras da Poética de da Retórica, e a paródia como
forma privilegiada de intertextualidade na criação literária
contemporânea.
O objetivo principal do Grupo é investigar o desenvolvimento humano como processo multilinear e multidimensional, que permite diversos percursos individuais influenciando ou sendo influenciados pelos contextos de vida. O primeiro projeto pretende explorar os fatores psicológicos e comportamentais inerentes à saúde/doença, bem como a eficácia do trabalho psicoterapêutico. Especial atenção é dada à fundamentação empírica das práticas de avaliação e da intervenção psicoterapêutica nos contextos da intervenção clínica e psicossocial, da prevenção e da promoção da saúde. O segundo projeto investiga os fatores individuais e relacionais que promovem o desenvolvimento humano integral, identificando processos individuais e organizacionais promotores do sucesso e da inclusão em contexto educacionais, ao longo da vida, e examinando como os contextos e os agentes educativos podem contribuir para a realização integral e para a inclusão social de todos os indivíduos.
Especialização em Estética e Teoria das Artes
Coordenação: Professor Doutor Carlos Morais (cmorais@braga.ucp.pt)
Especialização em Ética e Filosofia Política
Coordenação: Professor Doutor José Miguel Dias Costa (diascosta@braga.ucp.pt)
Especialização em Filosofia da Religião
Coordenação: Professor Doutor José Rui da Costa Pinto, SJ (jrcpinto@braga.ucp.pt)
Protocolos Internacionais
Universidade Católica de Pernambuco
Agrupamento de Escolas de Real
Centro Universitário do Distrito Federal (UDF)
Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti
Escola Superior de Enfermagem de Calouste Gulbenkian
Faculdade Laboro
Faculdades Unidas do Norte de Minas - FUNORTE/SOEBRAS
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
PUC Minas Gerais
Universidade Católica de Petrópolis, RJ Brasil
Universidade Católica do Salvador
Universidade de São José (USJ)
Universidade Federal de Santa Catarina
Universidade Federal Fluminense
Para assistir na Plataforma Zoom clique aqui e prossiga com Abrir Zoom
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Professor Álvaro Manuel Rodrigues Balsas
Doutoramento/Mestrado
+351 253......
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Sendo a Universidade um local privilegiado
para o desenvolvimento do conhecimento, as ações de voluntariado da UCP -
Braga pretendem orientar esse conhecimento para uma procura mais ampla de
sentido da vida, da solidariedade, da dimensão estética e da realização
ética.
A UCP - Braga incentiva, assim, os seus estudantes a viverem o percurso
académico não só numa perspetiva científica, como também complementá-la
através da dimensão solidária. No fundo, pretende que cada aluno tenha a
oportunidade de receber uma formação mais humana, `pondo o seu
conhecimento ao serviço da construção de uma sociedade mais justa e
fraterna.
Para a concretização deste propósito, a UCP - Braga promove junto da
comunidade académica o programa de voluntariado que a Pastoral
Universitária da Arquidiocese de Braga desenvolve para os universitários.
No âmbito da sua missão de levar os universitários a ser mais solidários
para com os mais frágeis da sociedade, a Pastoral Universitária promove
diferentes ações de intervenção voluntária, concretamente, junto da
população idosa, toxicodependentes, pessoas com demências e crianças.
Conscientes da exigência que o voluntariado implica, a Pastoral promove
ações de formação para os universitários, proporcionando espaços para a
reflexão/avaliação do trabalho implementado.
As ações de voluntariado propostas pela Pastoral Universitária centram-se
essencialmente nos seguintes projetos:
a)Casa de Saúde do Bom Jesus –
atividades de convívio e partilha de experiências com mulheres portadoras
de doença mental;
b)Projeto Homem – atividades de
sensibilização, formação e partilha de experiências junto de jovens com
dependências;
c)Mais Horizonte - atividades de
enriquecimento escolar e de apoio ao estudo para adolescentes
institucionalizados;
d)Mais Proximidade – atividade que
valoriza a relação intergeracional, não só pela necessidade de
consciencializar os jovens para o valor da terceira idade, mas também
porque, nos tempos atuais, este é um grupo desprotegido.
e)Projeto Sementes – Missão África
– destinado a estudantes universitários que pretendam desenvolver uma ação
de voluntariado, em espírito de verdadeira missão, durante o mês de
Agosto, em Cabo Verde.
f)Projeto Mais Saúde – tem como
objetivo a prestação de cuidados de saúde personalizados, em regime de
voluntariado, nas suas diversas áreas: medicina, enfermagem, terapia da
fala, psicologia, gerontologia, entre outros.
O CAB – Centro Académico de Braga nasceu há 33 anos. Ao longo destas três décadas, foram passando por aqui várias gerações de estudantes da Universidade Católica e da Universidade do Minho.
O CAB é um espaço de encontro para estudantes universitários. Aqui encontras o que as aulas normalmente não ensinam: oportunidades de voluntariado, a experiência de comunidade, relação com Deus, relações gratuitas de amizade e uma outra maneira de compreender o mundo que existe à nossa volta.
O CAB tenta oferecer à comunidade universitária uma proposta de formação espiritual e humana orientada para a integração entre a vida de fé e os desafios da vida de hoje, preocupada com a justiça e aberta ao diálogo com a cultura.
O CAB oferece uma série de actividades que tentam ser de ajuda para esta formação integral da pessoa de hoje: cursos de relações humanas, autoconhecimento e autoestima, exercícios espirituais, cursos de dúvidas de fé e de introdução à fé, noites com convidados de várias áreas da vida social, política, económica ou religiosa, debates e tertúlias, etc. Para além destas actividades, há muitos grupos como, por exemplo, as CVX ou Comunidades de Vida Cristã (grupos de espiritualidade inaciana).
Outro aspecto relevante é o da preparação de adultos para os sacramentos, através dos cursos de preparação para o Baptismo, Primeira Comunhão e Crisma.
No CAB estão jesuítas, disponíveis para acompanhamento espiritual, conversas informais, confissões, discernimento vocacional, etc.
O CAB é uma colaboração entre jesuítas e estudantes, que estão para viver contigo pequenas experiências de grande alcance: uma conversa, uma festa, uma caminhada, uma oração, uma música... Podes aparecer desde já, sem mais.
Ser um Centro de inspiração religiosa católica, não significa pôr como condição o facto de se dirigir só a católicos ou só a quem tem fé. Pelo contrário, a ideia é criar e proporcionar um espaço de encontro onde cada um possa expressar as suas convicções, num ambiente de familiaridade e respeito por quem pensa de modo diferente.
Como é que se chega ao CAB? Atravessando a Praça da Faculdade e empurrando a porta, que está aberta das 15h às 23h00.
Vem que também CABes!