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terça-feira, 16 abril 2019 21:56

Candidaturas 2º e 3º Ciclos

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Candidaturas Pós-graduações, Mestrados, Doutoramentos e Formações Avançadas 2020/2021

* actualização em 6 de maio de 2020

Prazos

1ª Fase2ª Fase3ª Fase
Início23/mar01/jun28/set
Término15/mai14/set16/out
Resultados22/mai21/set21/out
Matrículas22/mai a 29/mai21/set a 25/set21/out a 23/out

Início previsto de aulas

22 de outubro (quinta-feira)

Documentos necessários

  • Impresso de candidatura devidamente preenchido;
  • Documentos de identificação civil (passaporte) e fiscal (ex.: Brasil = CPF);
  • Curriculum Vitæ;
  • Certificados de Habilitação a);
  • Uma fotografia (4cm x 3cm).

a) Os Certificados de Habilitação necessitam ter validação dos Serviços Consulares ou a Apostila de Haia.

Taxas

Consultar tabela de taxas, emolumentos e propinas em vigor (também em tesouraria@braga.ucp.pt).

terça-feira, 30 junho 2015 20:48

Projetos autónomos

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Projetos autónomos

Convergência e Divergência entre Português Europeu e Brasileiro -  (2016-2018)

O projeto pretende saber se e como o português europeu e o português brasileiro convergem ou divergem ao longo dos últimos 60 anos nos domínios lexical, gramatical e de atitudes linguísticas. O projeto insere-se no contexto de investigação sobre línguas pluricêntricas, isto é, línguas com diferentes variedades nacionais. Explora uma perspetiva sociocognitiva da variação linguística, procurando investigar como se interrelacionam fatores conceptuais e fatores sociais da variação em línguas pluricêntricas, e utiliza avançados métodos socioletométricos baseados em conceitos, que permitem medir distâncias linguísticas e correlacioná-las com todos os tipos de variáveis sociolinguísticas.

Este projeto permitirá determinar a relação evolutiva entre o português europeu e o português brasileiro e caracterizar a natureza pluricêntrica da língua portuguesa. Especificamente, permitirá confirmar a hipótese da divergência entre as duas variedades nacionais e a hipótese de um pluricentrismo simétrico da língua portuguesa. Espera-se que possa ser posteriormente estendido às variedades africanas do português. O projeto é também relevante para políticas de língua, posições normativas e práticas educacionais que reconheçam e promovam o pluricentrismo do português.

Projeto CAPPYC



O projeto European implementation of the Cannabis Abuse Prevention Program for Young Consumers (CAPPYC), financiado pela Direcção Geral de Justiça da Comissão Europeia, com o objectivo de prevenir ou minimizar o consumo de cannabis entre jovens dos 15 aos 18 anos, através de uma mudança de atitudes em relação ao seu uso. Esta iniciativa liderada pela Fundación de Ayuda contra la Drogadicción (FAD), contando com mais dois parceiros de Espanha, como a Universidade Nacional de Educação à Distância e a Universidad Miguel Hernández, o Centro Studi ed Iniziative Europeo, de Palermo, Itália, a Asociata pentru Motivare si Schimbare, da Roménia, e a Universidade Católica Portuguesa. Com a duração total de dois anos, pretende avaliar o consumo de canábis junto de jovens entre os 15 e os 18 anos, criar uma escala de medição das atitudes perante essa droga e avaliar a eficácia de um programa de prevenção.

Mais informações podem ser encontradas em .cappyc.eu

Projeto Emoções




Comparando a conceptualização e a expressão das emoções no português europeu e no português brasileiro

Projeto financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, no âmbito do concurso de Apoio a Projetos de Investigação nos domínios da Língua e da Cultura Portuguesas (2015)

Coordenador: Augusto Soares da Silva (assilva@braga.ucp.pt)

O projeto pretende investigar semelhanças e diferenças na conceptualização e na expressão linguística de emoções e sentimentos entre o português europeu e o português brasileiro.
O ponto de partida da investigação é a ideia de que as emoções, embora se fundamentem em experiências corporais fisiológicas, são condicionadas e construídas pela cultura. Na perspetiva da Linguística Cognitiva, são exploradas as relações entre emoção, linguagem, cognição e cultura, procurando analisar como se correlacionam corpo humano e seus processos fisiológicos e fatores culturais e contextuais na conceptualização e expressão das emoções nas variedades europeia e brasileira do português. São estudadas três dimensões da linguagem das emoções:
(i) diferenças de conceptualização entre as duas variedades nacionais do português;
(ii) função das categorias linguísticas nas experiências emocionais e impacto dos conceitos de emoção no português como língua pluricêntrica;
(iii) importância da compreensão do significado das emoções no desenvolvimento da inteligência emocional e na cognição social.
Utilizando métodos empíricos e quantitativos de análise de corpus e de experimentação, incluindo técnicas avançadas de análise multivariacional, são analisadas expressões lexicais, gramaticais e discursivas de emoções e identificados processos de conceptualização de emoções, como metáfora e metonímia, esquemas imagéticos e dinâmica de forças.

sábado, 20 junho 2015 08:45

História

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História


Quando em Itália, na cidade que empresta o nome ao chamado Processo de Bolonha, é criada a universidade (1088), já no território que viria ser Portugal funcionava não uma universidade, mas uma escola particular, com o respetivo mestre, para ensinar os alunos que quisessem acorrer à Escola do Cabido, aninhada junto à Sé de Braga.

Esta referência seria aqui dispensável, se não considerássemos dois factos: primeiro, que é na tradição de tal escola, no longínquo ano de 1072 (ou mesmo antes), que a Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais, enquanto natural continuadora da Faculdade de Filosofia, se coloca; segundo, que foi exatamente esta (última) a primeira escola superior não estatal a conferir graus académicos de licenciatura e doutoramento em Portugal.

Resultando de um processo de reestruturação de duas Faculdades do Centro Regional de Braga, a Faculdade de Filosofia e a Faculdade de Ciências Sociais, a história da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais (FFCS), por conseguinte, antes de mais, confunde-se com parte da própria história da primeira. Na verdade, a Faculdade de Filosofia, enquanto obra da Companhia de Jesus, está indelevelmente associada não só à presença dos Jesuítas em Portugal, mas também à sua vocação para o ensino.

Chegados a Portugal em 1540, os primeiros jesuítas, Simão Rodrigues e S. Francisco Xavier, depressa deram início às aulas públicas no Coleginho de Santo Antão, em Lisboa, dedicando-se ali à formação humana e cristã da juventude portuguesa.

Em 1543, receberam de D. João III uma casa em Coimbra, destinada aos estudos dos jovens jesuítas; pouco depois, foi-lhes entregue pelo mesmo rei o Colégio das Artes.

Em 1559, foi-lhes oferecida a Universidade de Évora pelo Cardeal D. Henrique, o mesmo que, ainda Arcebispo de Braga, tentara construir para a Companhia de Jesus um colégio. Mas foi o célebre Beato D. Frei Bartolomeu dos Mártires que, em 1563, lhes "fundou" o Colégio de S. Paulo. Braga entra, assim, dentro da tradição dos colégios dirigidos pelos jesuítas portugueses.

Quando estes foram expulsos de Portugal, em 1759, dirigiam vinte e oito colégios de ensino secundário, em Portugal, e a Universidade de Évora.

O Colégio de S. Paulo, em Braga, teve como primeiro Reitor o Beato Inácio de Azevedo. Durante 196 anos, foi o Colégio de S. Paulo o principal centro da educação da juventude bracarense: com mais de dois mil alunos matriculados em vários anos, o Colégio distinguia-se pelo alto nível dos seus estudos (chegando a ser pedida a colação de graus), e adquiriu o privilégio de traje e atos académicos, com certas regalias ou usos do foro universitário.

Os jesuítas voltaram a Braga em 1875. Desta vez, dedicaram-se mais ao apostolado do que ao ensino. Mas quando, após a expulsão de 1910, regressaram a Braga, em 1934, estabeleceram na Rua de S. Barnabé o Instituto Beato Miguel de Carvalho para o estudo da Filosofia.

Em 1942, os estudos de Filosofia aqui ministrados são declarados pelo Ministério da Educação “Curso Superior de Ciências Filosóficas”. Em 1947, o Instituto é elevado a Faculdade Pontifícia e, em 1967, esta mesma Faculdade é declarada, pelo decreto Lusitanorum nobilissima gens, de 13 de outubro de 1967, Faculdade de Filosofia da Universidade Católica Portuguesa. Foi a primeira Faculdade da nova Universidade Católica que, em 1968, prosseguiu a sua expansão com a Faculdade de Teologia em Lisboa.

Ao longo do tempo, a Faculdade de Filosofia alargou o leque da formação de base, em Filosofia e Humanidades, às áreas do Desenvolvimento de Empresas, Psicologia, Ciências da Comunicação, Artes e Ciências Documentais. Assim, quando em 2001 é criada a Faculdade de Ciências Sociais, num conjunto de três Unidades Orgânicas – que entretanto seriam integradas administrativamente no Centro Regional de Braga – à oferta formativa já existente na Faculdade de Filosofia e na de Teologia, vêm juntar-se o Serviço Social, as Tecnologias da Informação e Comunicação, as Ciências da Educação e, mais recentemente, o Turismo, o Património e o Design.

Cumprindo a determinação do Conselho Superior de 18 de janeiro de 2013, formou-se o Grupo de Reflexão Estratégica para a reestruturação do Centro Regional de Braga, constituído pelos Vice-Reitores, Profs. Doutores Isabel Capeloa Gil e José Tolentino de Mendonça, pelo Presidente do Centro Regional de Braga, Prof. Doutor João Duque, e pelos Profs. Doutores Joaquim Azevedo, Miguel Gonçalves, Sérgio Tenreiro de Magalhães, Luísa Leal de Faria e Alfredo Dinis.

Com trabalhos preparatórios apresentados no verão de 2013, porém, só na sequência da nomeação, pelo Conselho Superior, em maio de 2014, de uma Comissão de Acompanhamento do CRBr, e a partir da formação de um grupo de trabalho local, a “Comissão de Reestruturação do CRBr”, o modelo a seguir ganharia verdadeira forma (ou, pelo menos, contornos mais definidos).

Integraram a Comissão de Acompanhamento do CRBr os Profs. Doutores Luísa Leal de Faria, Carvalho Guerra, João Duque e a Dra. Helena Brissos; constituíram a “Comissão de Reestruturação do CRBr” os Profs. Doutores João Duque, Presidente do CRBr e representante da Comissão de Acompanhamento; Miguel Gonçalves, Augusto Soares da Silva e Carlos Morais, da Direção da Faculdade de Filosofia; José Carlos Miranda, Alexandra Esteves e Sérgio Magalhães Tenreiro, da Direção da Faculdade de Ciências Sociais; Isabel Varanda, da Direção da Faculdade de Teologia; José Manuel Martins Lopes SJ, representante da Companhia de Jesus; e João Alberto Correia, representante da Arquidiocese de Braga.

Acolhido favoravelmente pela Comissão de Acompanhamento do CRBr, pela Reitoria e pela Companhia de Jesus, seria com base neste modelo que o Conselho Superior da UCP viria a aprovar, por unanimidade, no dia 16 de janeiro de 2015, a fusão das duas Unidades de Ensino, por meio da criação da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais – tendo em conta a proximidade científica das áreas das duas faculdades e “a vantagem da unificação de esforços e recursos, perante os fortes desafios da internacionalização e da prestação de serviços à região”.

Nomeada, entretanto, por despacho reitoral de 18 de fevereiro de 2015, uma Direção de transição (para, entre outras tarefas, “dirigir e acompanhar o processo de gestão diária das duas faculdades com vista à criação da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais”), por Decreto MC–07/2015 do Magno Chanceler da Universidade Católica Portuguesa e Cardeal Patriarca de Lisboa, é instituída, em Braga, a partir do dia 1 de junho de 2015, a Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais, tendo o seu Diretor e o Conselho de Direção tomado posse, em ato público, no dia 5 do mesmo mês.

sábado, 20 junho 2015 09:39

Serviço Comunitário

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Serviço Comunitário


Contextualizados no projeto e na missão da Universidade Católica Portuguesa, os Cursos de Licenciatura e Mestrado em Psicologia perspetivam o ensino e a investigação como promotores não só da dignificação profissional, mas também humana.
Neste sentido, está previsto que o aluno possa participar num programa de voluntariado, designado de Serviço Comunitário, dando resposta a necessidades reais da comunidade envolvente e contribuindo para o desenvolvimento das suas competências de intervenção social e de natureza relacional, fundamentais no exercício da Psicologia.
O Serviço Comunitário constitui um programa do plano curricular da Licenciatura em Psicologia, e uma oportunidade extensível ao primeiro ano dos Mestrados em Psicologia, que permite ao aluno desenvolver um projeto de voluntariado em diversas instituições da comunidade, e cuja ação se situa numa linha de complementaridade com a atividades dos profissionais, sem os substituir.
A integração neste programa é facultativa e deverá corresponder a uma decisão livre e voluntária do aluno, apoiada em motivações pessoais (e.g., a autonomia individual, a prática de uma cidadania ativa, o apoio ao próximo) e valores como a empatia, a solidariedade, a gratuidade, a responsabilidade e o compromisso.
O Serviço Comunitário poderá ser desenvolvido ao longo do ano letivo ou de forma intensiva (e.g., interrupções letivas, férias), em instituições que abrangem diferentes áreas de intervenção, como sejam: escolas, lares de idosos, lares de acolhimento de crianças, projetos de intervenção comunitária, instituições de saúde, entre outras.
A integração e o acompanhamento do aluno durante a sua prestação são cumpridos em articulação entre a Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais e a instituição acolhedora onde é implementado o projeto.
A prática de diferentes atividade de voluntariado pelo aluno ao longo do seu percurso académico poderá assumir-se não só como uma mais valia enquanto experiência facilitadora do seu desenvolvimento pessoal e social, mas também da sua orientação profissional, uma vez que constitui uma excelente oportunidade de conhecimento e exploração de contextos e realidades que no futuro lhe poderão ser úteis na tomada de decisão sobre a(s) área(s) de especialização ou profissionalização que pretenda enveredar.

terça-feira, 30 junho 2015 04:49

CEFH

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Centro de Estudos Filosóficos e Humanísticos 2015- 2020

Unidade de Investigação (UI&D 683) financiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia

O CEFH pretende investigar, numa perspetiva multidisciplinar, as relações entre Pessoa e Sociedade nas suas dimensões filosófica e ética, linguística e comunicacional, cultural e literária, psicológica e educacional. Promovendo as relações entre as ciências humanas, a Unidade articula as contribuições da filosofia, linguística, estudos literários e psicologia. A investigação centra-se em quatro aspetos da relação do indivíduo com o mundo e os outros, a que correspondem quatro grupos de investigação: as novas e diversas formas de impacto da Natureza na racionalidade, o significado linguístico como conceptualização corporizada e socioculturalmente situada, a memória cultural dialogicamente reinterpretada no texto literário e percursos desenvolvimentais na saúde e na educação.


Grupos de investigação e projetos
  • Grupo Fundamentos, Racionalidades e Sociedade na Contemporaneidade
    Projeto: Sagrado, Racionalidade(s) e Comunidade(s)
    Projeto: Estética, Arte e Realização Humana


O objetivo geral do Grupo é analisar e avaliar as diversas contribuições do conhecimento filosófico e ontológico e da dimensão estético-artística para a realização integral da pessoa humana na sociedade contemporânea. O primeiro projeto explora o tema da Natureza nos seus vários significados expressos em trabalhos recentes das áreas da ciência, filosofia e teologia que têm contribuído para uma maior realização da pessoa na sociedade. São tópicos de especial atenção a causalidade presente nos sistemas complexos, as novas formas de religião presentes nas recentes correntes do pensamento pós-secular, bem como os fenómenos do sagrado e os efeitos do relativismo generalizado no campo da ética e do bem-estar. O segundo projeto investiga percursos de humanização através da estética e da expressão artística, explorando o potencial da criação artística contemporânea, do património artístico e da cultura estética.

  • Grupo Linguagem, Cognição e Sociedade
    Projeto:Significado Linguístico e Conceptualização
    Projeto: Comunicação, Media e Audiências

O Grupo pretende investigar estruturas linguísticas do português e do espanhol e discursos dos media como manifestações de processos de conceptualização socioculturalmente situados. Significado, variação do significado e sua fundamentação na cognição, na cultura e na sociedade são os temas principais de investigação. O primeiro projeto investiga, na perspetiva da Linguística Cognitiva, as categorias da causalidade, agencialidade, modalidade e perceção; a interação entre significado lexical e significado construcional; a conceptualização e a expressão de emoções; e as dimensões sociocognitivas do pluricentrismo do português nas variedades europeia e brasileira. O segundo projeto, promovendo a sinergia entre Análise Crítica do Discurso, Ciências da Comunicação e Linguística Cognitiva, estuda os discursos religioso, político e publicitário, focalizando processos cognitivos, estratégias discursivas e ideologias.

  • Grupo Memória e Diálogos Literários
    Projeto: Memória e Diálogos Literários


Sendo a literatura uma das formas artísticas que mais claramente revela a experiência estética do passado reinterpretado no presente e reconhecendo a necessidade a a urgência de preservação da memória cultural de matriz humanista, o objetivo fundamental do Grupo é promover estudos críticos literários e culturais, à luz de uma perspetiva intertextual e comparativa, tomando como ponto de partida o legado clássico greco-latino e como ponto de chegada autores portugueses contemporâneos e enquadrando as produções literárias no contínuo da atividade humana. Entre os principais tópicos de investigação, estão a continuidade literária da mitologia clássica, a reescrita de tópicos clássicos em obras contemporâneas, releituras da Poética de da Retórica, e a paródia como forma privilegiada de intertextualidade na criação literária contemporânea.

  • Grupo Percursos Desenvolvimentais e Contextos de Vida
    Projeto: Saúde: Fatores Psicossociais e Comportamentais
    Projeto: Educação e InclusãoSocial

O objetivo principal do Grupo é investigar o desenvolvimento humano como processo multilinear e multidimensional, que permite diversos percursos individuais influenciando ou sendo influenciados pelos contextos de vida. O primeiro projeto pretende explorar os fatores psicológicos e comportamentais inerentes à saúde/doença, bem como a eficácia do trabalho psicoterapêutico. Especial atenção é dada à fundamentação empírica das práticas de avaliação e da intervenção psicoterapêutica nos contextos da intervenção clínica e psicossocial, da prevenção e da promoção da saúde. O segundo projeto investiga os fatores individuais e relacionais que promovem o desenvolvimento humano integral, identificando processos individuais e organizacionais promotores do sucesso e da inclusão em contexto educacionais, ao longo da vida, e examinando como os contextos e os agentes educativos podem contribuir para a realização integral e para a inclusão social de todos os indivíduos.

quinta-feira, 28 maio 2020 16:30

Mestrados em Filosofia

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sexta-feira, 19 junho 2015 22:11

AE FFCS

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Associações de Estudantes da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais


Facebook AEFFCS

aeffcsucp@gmail.com

segunda-feira, 29 junho 2015 15:28

Protocolos iternacionais

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Protocolos Internacionais



Universidade Católica de Pernambuco
Agrupamento de Escolas de Real
Centro Universitário do Distrito Federal (UDF)
Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti
Escola Superior de Enfermagem de Calouste Gulbenkian
Faculdade Laboro
Faculdades Unidas do Norte de Minas - FUNORTE/SOEBRAS
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
PUC Minas Gerais
Universidade Católica de Petrópolis, RJ Brasil
Universidade Católica do Salvador
Universidade de São José (USJ)
Universidade Federal de Santa Catarina
Universidade Federal Fluminense

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