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terça-feira, 16 abril 2019 21:56

Candidaturas 2º e 3º Ciclos

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Candidaturas Pós-graduações, Mestrados, Doutoramentos e Formações Avançadas 2019/2020

Prazos

1ª Fase2ª Fase3ª Fase
Início18/fev27/mai30/set
Término10/abr13/set18/out
Provas
Oral e Escrita
(Mestrados em Ensino)
12/abr16/set21/out
Resultados23/abr20/set23/out
Matrículas29/abr a 23/mai23/set a 27/set 24/out a 25/out

Início previsto de aulas

24 de outubro (quinta-feira)

Documentos necessários

  • Impresso de candidatura devidamente preenchido;
  • Documentos de identificação civil (passaporte) e fiscal (ex.: Brasil = CPF);
  • Curriculum Vitæ;
  • Certificados de Habilitação a);
  • Uma fotografia (4cm x 3cm).

a) Os Certificados de Habilitação necessitam ter validação dos Serviços Consulares ou a Apostila de Haia.

Taxas

Consultar tabela de taxas, emolumentos e propinas em vigor (também em tesouraria@braga.ucp.pt).

terça-feira, 30 junho 2015 20:48

Projetos autónomos

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Projetos autónomos

Convergência e Divergência entre Português Europeu e Brasileiro -  (2016-2018)

O projeto pretende saber se e como o português europeu e o português brasileiro convergem ou divergem ao longo dos últimos 60 anos nos domínios lexical, gramatical e de atitudes linguísticas. O projeto insere-se no contexto de investigação sobre línguas pluricêntricas, isto é, línguas com diferentes variedades nacionais. Explora uma perspetiva sociocognitiva da variação linguística, procurando investigar como se interrelacionam fatores conceptuais e fatores sociais da variação em línguas pluricêntricas, e utiliza avançados métodos socioletométricos baseados em conceitos, que permitem medir distâncias linguísticas e correlacioná-las com todos os tipos de variáveis sociolinguísticas.

Este projeto permitirá determinar a relação evolutiva entre o português europeu e o português brasileiro e caracterizar a natureza pluricêntrica da língua portuguesa. Especificamente, permitirá confirmar a hipótese da divergência entre as duas variedades nacionais e a hipótese de um pluricentrismo simétrico da língua portuguesa. Espera-se que possa ser posteriormente estendido às variedades africanas do português. O projeto é também relevante para políticas de língua, posições normativas e práticas educacionais que reconheçam e promovam o pluricentrismo do português.

Projeto CAPPYC



O projeto European implementation of the Cannabis Abuse Prevention Program for Young Consumers (CAPPYC), financiado pela Direcção Geral de Justiça da Comissão Europeia, com o objectivo de prevenir ou minimizar o consumo de cannabis entre jovens dos 15 aos 18 anos, através de uma mudança de atitudes em relação ao seu uso. Esta iniciativa liderada pela Fundación de Ayuda contra la Drogadicción (FAD), contando com mais dois parceiros de Espanha, como a Universidade Nacional de Educação à Distância e a Universidad Miguel Hernández, o Centro Studi ed Iniziative Europeo, de Palermo, Itália, a Asociata pentru Motivare si Schimbare, da Roménia, e a Universidade Católica Portuguesa. Com a duração total de dois anos, pretende avaliar o consumo de canábis junto de jovens entre os 15 e os 18 anos, criar uma escala de medição das atitudes perante essa droga e avaliar a eficácia de um programa de prevenção.

Mais informações podem ser encontradas em .cappyc.eu

Projeto Emoções




Comparando a conceptualização e a expressão das emoções no português europeu e no português brasileiro

Projeto financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, no âmbito do concurso de Apoio a Projetos de Investigação nos domínios da Língua e da Cultura Portuguesas (2015)

Coordenador: Augusto Soares da Silva (assilva@braga.ucp.pt)

O projeto pretende investigar semelhanças e diferenças na conceptualização e na expressão linguística de emoções e sentimentos entre o português europeu e o português brasileiro.
O ponto de partida da investigação é a ideia de que as emoções, embora se fundamentem em experiências corporais fisiológicas, são condicionadas e construídas pela cultura. Na perspetiva da Linguística Cognitiva, são exploradas as relações entre emoção, linguagem, cognição e cultura, procurando analisar como se correlacionam corpo humano e seus processos fisiológicos e fatores culturais e contextuais na conceptualização e expressão das emoções nas variedades europeia e brasileira do português. São estudadas três dimensões da linguagem das emoções:
(i) diferenças de conceptualização entre as duas variedades nacionais do português;
(ii) função das categorias linguísticas nas experiências emocionais e impacto dos conceitos de emoção no português como língua pluricêntrica;
(iii) importância da compreensão do significado das emoções no desenvolvimento da inteligência emocional e na cognição social.
Utilizando métodos empíricos e quantitativos de análise de corpus e de experimentação, incluindo técnicas avançadas de análise multivariacional, são analisadas expressões lexicais, gramaticais e discursivas de emoções e identificados processos de conceptualização de emoções, como metáfora e metonímia, esquemas imagéticos e dinâmica de forças.

sábado, 25 abril 2015 16:50

Mestrados

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Mestrados

  • Ciências da Educação - Administração e Organização Escolar Ciências da Educação - Educação Especial Comunicação Digital Ensino de Português e de Espanhol Filosofia - Estética e Teoria das Artes Filosofia - Ética e Filosofia Política Filosofia - Filosofia da Religião Gerontologia Social Aplicada Património Cultural e Religioso Português Língua Estrangeira/Língua Segunda Psicologia Clínica e da Saúde Psicologia da Educação Psicologia do Trabalho e das Organizações Turismo

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quinta-feira, 02 julho 2015 11:56

CAB

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CAB – Centro Académico de Braga


O CAB  – Centro Académico de Braga nasceu há 33 anos. Ao longo destas três décadas, foram passando por aqui várias gerações de estudantes da Universidade Católica e da Universidade do Minho.
O CAB é um espaço de encontro para estudantes universitários. Aqui encontras o que as aulas normalmente não ensinam: oportunidades de voluntariado, a experiência de comunidade, relação com Deus, relações gratuitas de amizade e uma outra maneira de compreender o mundo que existe à nossa volta.
O CAB tenta oferecer à comunidade universitária uma proposta  de formação espiritual e humana orientada para a integração entre a vida de fé e os desafios da vida de hoje, preocupada com a justiça e aberta ao diálogo com a cultura. 
O CAB oferece uma série de actividades que tentam ser de ajuda para esta formação integral da pessoa de hoje: cursos de relações humanas, autoconhecimento e autoestima, exercícios  espirituais, cursos de dúvidas de fé e de introdução à fé, noites com convidados de várias áreas da vida social, política, económica ou religiosa, debates e tertúlias, etc. Para além destas actividades, há muitos grupos como, por exemplo, as CVX ou Comunidades de Vida Cristã (grupos de espiritualidade inaciana).
Outro aspecto  relevante é o da preparação de adultos para os sacramentos, através dos cursos de preparação para o Baptismo, Primeira Comunhão e Crisma. No CAB estão jesuítas, disponíveis para acompanhamento espiritual, conversas informais, confissões, discernimento vocacional, etc.
O CAB é uma colaboração entre jesuítas e estudantes, que estão para viver contigo pequenas experiências de grande alcance: uma conversa, uma festa, uma caminhada, uma oração, uma música... Podes aparecer desde já, sem mais.
Ser um Centro de inspiração religiosa católica, não significa pôr como condição o facto de se dirigir só a católicos ou só a quem tem fé. Pelo contrário, a ideia é criar e proporcionar um espaço de encontro onde cada um possa expressar as suas convicções, num ambiente de familiaridade e respeito por quem pensa de modo diferente.
Como é que se chega ao CAB? Atravessando a Praça da Faculdade e empurrando a porta, que está aberta das 15h às 23h00.
Vem que também CABes!

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sábado, 20 junho 2015 08:45

História

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História


Quando em Itália, na cidade que empresta o nome ao chamado Processo de Bolonha, é criada a universidade (1088), já no território que viria ser Portugal funcionava não uma universidade, mas uma escola particular, com o respetivo mestre, para ensinar os alunos que quisessem acorrer à Escola do Cabido, aninhada junto à Sé de Braga.

Esta referência seria aqui dispensável, se não considerássemos dois factos: primeiro, que é na tradição de tal escola, no longínquo ano de 1072 (ou mesmo antes), que a Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais, enquanto natural continuadora da Faculdade de Filosofia, se coloca; segundo, que foi exatamente esta (última) a primeira escola superior não estatal a conferir graus académicos de licenciatura e doutoramento em Portugal.

Resultando de um processo de reestruturação de duas Faculdades do Centro Regional de Braga, a Faculdade de Filosofia e a Faculdade de Ciências Sociais, a história da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais (FFCS), por conseguinte, antes de mais, confunde-se com parte da própria história da primeira. Na verdade, a Faculdade de Filosofia, enquanto obra da Companhia de Jesus, está indelevelmente associada não só à presença dos Jesuítas em Portugal, mas também à sua vocação para o ensino.

Chegados a Portugal em 1540, os primeiros jesuítas, Simão Rodrigues e S. Francisco Xavier, depressa deram início às aulas públicas no Coleginho de Santo Antão, em Lisboa, dedicando-se ali à formação humana e cristã da juventude portuguesa.

Em 1543, receberam de D. João III uma casa em Coimbra, destinada aos estudos dos jovens jesuítas; pouco depois, foi-lhes entregue pelo mesmo rei o Colégio das Artes.

Em 1559, foi-lhes oferecida a Universidade de Évora pelo Cardeal D. Henrique, o mesmo que, ainda Arcebispo de Braga, tentara construir para a Companhia de Jesus um colégio. Mas foi o célebre Beato D. Frei Bartolomeu dos Mártires que, em 1563, lhes "fundou" o Colégio de S. Paulo. Braga entra, assim, dentro da tradição dos colégios dirigidos pelos jesuítas portugueses.

Quando estes foram expulsos de Portugal, em 1759, dirigiam vinte e oito colégios de ensino secundário, em Portugal, e a Universidade de Évora.

O Colégio de S. Paulo, em Braga, teve como primeiro Reitor o Beato Inácio de Azevedo. Durante 196 anos, foi o Colégio de S. Paulo o principal centro da educação da juventude bracarense: com mais de dois mil alunos matriculados em vários anos, o Colégio distinguia-se pelo alto nível dos seus estudos (chegando a ser pedida a colação de graus), e adquiriu o privilégio de traje e atos académicos, com certas regalias ou usos do foro universitário.

Os jesuítas voltaram a Braga em 1875. Desta vez, dedicaram-se mais ao apostolado do que ao ensino. Mas quando, após a expulsão de 1910, regressaram a Braga, em 1934, estabeleceram na Rua de S. Barnabé o Instituto Beato Miguel de Carvalho para o estudo da Filosofia.

Em 1942, os estudos de Filosofia aqui ministrados são declarados pelo Ministério da Educação “Curso Superior de Ciências Filosóficas”. Em 1947, o Instituto é elevado a Faculdade Pontifícia e, em 1967, esta mesma Faculdade é declarada, pelo decreto Lusitanorum nobilissima gens, de 13 de outubro de 1967, Faculdade de Filosofia da Universidade Católica Portuguesa. Foi a primeira Faculdade da nova Universidade Católica que, em 1968, prosseguiu a sua expansão com a Faculdade de Teologia em Lisboa.

Ao longo do tempo, a Faculdade de Filosofia alargou o leque da formação de base, em Filosofia e Humanidades, às áreas do Desenvolvimento de Empresas, Psicologia, Ciências da Comunicação, Artes e Ciências Documentais. Assim, quando em 2001 é criada a Faculdade de Ciências Sociais, num conjunto de três Unidades Orgânicas – que entretanto seriam integradas administrativamente no Centro Regional de Braga – à oferta formativa já existente na Faculdade de Filosofia e na de Teologia, vêm juntar-se o Serviço Social, as Tecnologias da Informação e Comunicação, as Ciências da Educação e, mais recentemente, o Turismo, o Património e o Design.

Cumprindo a determinação do Conselho Superior de 18 de janeiro de 2013, formou-se o Grupo de Reflexão Estratégica para a reestruturação do Centro Regional de Braga, constituído pelos Vice-Reitores, Profs. Doutores Isabel Capeloa Gil e José Tolentino de Mendonça, pelo Presidente do Centro Regional de Braga, Prof. Doutor João Duque, e pelos Profs. Doutores Joaquim Azevedo, Miguel Gonçalves, Sérgio Tenreiro de Magalhães, Luísa Leal de Faria e Alfredo Dinis.

Com trabalhos preparatórios apresentados no verão de 2013, porém, só na sequência da nomeação, pelo Conselho Superior, em maio de 2014, de uma Comissão de Acompanhamento do CRBr, e a partir da formação de um grupo de trabalho local, a “Comissão de Reestruturação do CRBr”, o modelo a seguir ganharia verdadeira forma (ou, pelo menos, contornos mais definidos).

Integraram a Comissão de Acompanhamento do CRBr os Profs. Doutores Luísa Leal de Faria, Carvalho Guerra, João Duque e a Dra. Helena Brissos; constituíram a “Comissão de Reestruturação do CRBr” os Profs. Doutores João Duque, Presidente do CRBr e representante da Comissão de Acompanhamento; Miguel Gonçalves, Augusto Soares da Silva e Carlos Morais, da Direção da Faculdade de Filosofia; José Carlos Miranda, Alexandra Esteves e Sérgio Magalhães Tenreiro, da Direção da Faculdade de Ciências Sociais; Isabel Varanda, da Direção da Faculdade de Teologia; José Manuel Martins Lopes SJ, representante da Companhia de Jesus; e João Alberto Correia, representante da Arquidiocese de Braga.

Acolhido favoravelmente pela Comissão de Acompanhamento do CRBr, pela Reitoria e pela Companhia de Jesus, seria com base neste modelo que o Conselho Superior da UCP viria a aprovar, por unanimidade, no dia 16 de janeiro de 2015, a fusão das duas Unidades de Ensino, por meio da criação da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais – tendo em conta a proximidade científica das áreas das duas faculdades e “a vantagem da unificação de esforços e recursos, perante os fortes desafios da internacionalização e da prestação de serviços à região”.

Nomeada, entretanto, por despacho reitoral de 18 de fevereiro de 2015, uma Direção de transição (para, entre outras tarefas, “dirigir e acompanhar o processo de gestão diária das duas faculdades com vista à criação da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais”), por Decreto MC–07/2015 do Magno Chanceler da Universidade Católica Portuguesa e Cardeal Patriarca de Lisboa, é instituída, em Braga, a partir do dia 1 de junho de 2015, a Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais, tendo o seu Diretor e o Conselho de Direção tomado posse, em ato público, no dia 5 do mesmo mês.

segunda-feira, 15 abril 2019 16:09

Maiores de 23 anos

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Maiores de 23 anos 2019/2020

A Universidade Católica Portuguesa, ao abrigo do Decreto-Lei nº 64/2006 de 21 de março, e por despacho NR/R/0108/2006 (posteriormente corrigido pelo Despacho NR/R/0129/2006), admite o acesso aos seus cursos de licenciatura de maiores de 23 anos que, não sendo titulares de habilitações de acesso ao ensino superior, façam prova de capacidade para a sua frequência.

I - Curso de Preparação

Candidaturas para o Curso de Preparação:15 de abril a 30 de agosto
Calendário de Aulas do Curso de Preparação:03 a 06 de setembro
Horário do Curso de Preparação:Pós-Laboral - 18h30 a 21h00
total = 10 horas 
salas a designar

II – Candidaturas

Período de Candidaturas:15 de abril a 30 de agosto
Afixação da Lista dos candidatos que reúnem as condições:2 de setembro
Prova Escrita:11 de setembro
Entrevista:12 e/ou 13 de setembro
Afixação de resultados:18 de setembro
Matrículas: de 19 a 20 de setembro
Início das aulas (previsto):23 de setembro

III – Taxas

Curso de Preparação:Gratuito
Preço da Candidatura:185€ (a presente taxa é a estabelecida para o ano letivo 2018/2019, poderá entretanto sofrer alteração)

IV – Documentos

Documentação a apresentar na candidatura:

  • Boletim de inscrição (fornecido pela Secretaria da Faculdade);
  • Declaração sob compromisso de honra de que não é titular de habilitação de acesso ao ensino superior;
  • Curriculum Vitae;
  • Fotocópia do Bilhete de Identidade;
  • Fotocópia do Número de Contribuinte;
  • 1 Fotografia.

V - Provas

LicenciaturaProva
Ciências da ComunicaçãoPortuguês
Estudos PortuguesesPortuguês
Estudos Portugueses e EspanhóisPortuguês
FilosofiaFilosofia
PsicologiaPsicologia
Serviço SocialProblemas Sociais Contemporâneos
Tecnologias da Informação e da ComunicaçãoMatemática
TurismoPortuguês ou Inglês
sexta-feira, 19 junho 2015 22:11

AE FFCS

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Associações de Estudantes da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais


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terça-feira, 26 maio 2015 02:54

Álvaro Manuel Rodrigues Balsas

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Álvaro Manuel Rodrigues Balsas

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Professor Álvaro Manuel Rodrigues Balsas
Faculdade de Filosofia e Ciências Sociaos

 Doutoramento/Mestrado

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