Mobilidade Docente
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Universidad de Alicante-Espanha |
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Humanidades (Português-Espanhol), Turismo, Estudos Artísticos e Culturais |
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Universidad de Oviedo-Espanha |
Humanidades (Português-Espanhol), Línguas Estrangeiras |
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Universidad de Léon- Espanha |
Documentação e Arquivo, Artes Visuais, Humanidades (Português-Espanhol) |
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Universitat de Girona- Barcelona |
Psicologia |
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Universidad Nacional de Ed. a Distancia- Madrid |
Psicologia |
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Universidad Pontificia Comillas- Madrid |
Serviço Social, Filosofia |
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Universidad de Extremadura- Badajoz |
Humanidades (Português-Espanhol) |
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Universite Paris 13- Paris |
Ciências da Comunicação |
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The Manchester Metropolitan University- Inglaterra |
Informação e Comunicação |
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Ankara University-Turquia |
Turismo |
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Mustafa Kemal University-Turquia |
Turismo |
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University of Latvia- Letónia |
Psicologia, Educação |
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University of Warsaw-Polónia |
Humanidades(Português-Espanhol), Línguas Estrangeiras |
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Università della Calabria-Itália |
Psicologia, TIC, Serviço Social, Turismo |
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Universidad de Salamanca- Espanha |
Psicologia |
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Universitá degli Studi di Salerno-Itália |
Psicologia |
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Bournemouth University Higher Education Corporation- Inglaterra |
Turismo |
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University of Suceava-Roménia |
Turismo, Serviço Social |
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Universidade da Corunã |
Turismo |
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Universitá degli Studi "G. D'Annunzio" Chieti de Pescara |
Psicologia |
O CAB – Centro Académico de Braga nasceu há 33 anos. Ao longo destas três décadas, foram passando por aqui várias gerações de estudantes da Universidade Católica e da Universidade do Minho.
O CAB é um espaço de encontro para estudantes universitários. Aqui encontras o que as aulas normalmente não ensinam: oportunidades de voluntariado, a experiência de comunidade, relação com Deus, relações gratuitas de amizade e uma outra maneira de compreender o mundo que existe à nossa volta.
O CAB tenta oferecer à comunidade universitária uma proposta de formação espiritual e humana orientada para a integração entre a vida de fé e os desafios da vida de hoje, preocupada com a justiça e aberta ao diálogo com a cultura.
O CAB oferece uma série de actividades que tentam ser de ajuda para esta formação integral da pessoa de hoje: cursos de relações humanas, autoconhecimento e autoestima, exercícios espirituais, cursos de dúvidas de fé e de introdução à fé, noites com convidados de várias áreas da vida social, política, económica ou religiosa, debates e tertúlias, etc. Para além destas actividades, há muitos grupos como, por exemplo, as CVX ou Comunidades de Vida Cristã (grupos de espiritualidade inaciana).
Outro aspecto relevante é o da preparação de adultos para os sacramentos, através dos cursos de preparação para o Baptismo, Primeira Comunhão e Crisma.
No CAB estão jesuítas, disponíveis para acompanhamento espiritual, conversas informais, confissões, discernimento vocacional, etc.
O CAB é uma colaboração entre jesuítas e estudantes, que estão para viver contigo pequenas experiências de grande alcance: uma conversa, uma festa, uma caminhada, uma oração, uma música... Podes aparecer desde já, sem mais.
Ser um Centro de inspiração religiosa católica, não significa pôr como condição o facto de se dirigir só a católicos ou só a quem tem fé. Pelo contrário, a ideia é criar e proporcionar um espaço de encontro onde cada um possa expressar as suas convicções, num ambiente de familiaridade e respeito por quem pensa de modo diferente.
Como é que se chega ao CAB? Atravessando a Praça da Faculdade e empurrando a porta, que está aberta das 15h às 23h00.
Vem que também CABes!
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Ciências da Educação - Administração e Organização Escolar
Ciências da Educação - Educação Especial
Comunicação Social, especialização em Media e Jornalismo
Ensino de Informática
Ensino de Português e Espanhol
Estudos Clássicos
Filosofia, especialização em Ética e Filosofia Política
Filosofia, especialização em Filosofia da Religião
Gerontologia Social Aplicada
Literatura Portuguesa
Património Cultural e Religioso
Psicologia Clínica e da Saúde
Psicologia da Educação
Psicologia do Trabalho e das Organizações
Tecnologias de Informação e Comunicação em Turismo
Turismo
Serviço Comunitário
Contextualizados no projeto e na missão da Universidade Católica
Portuguesa, os Cursos de Licenciatura e Mestrado em Psicologia perspetivam
o ensino e a investigação como promotores não só da dignificação
profissional, mas também humana.
Neste sentido, está previsto que o aluno possa participar num programa de
voluntariado, designado de Serviço Comunitário, dando resposta a
necessidades reais da comunidade envolvente e contribuindo para o
desenvolvimento das suas competências de intervenção social e de natureza
relacional, fundamentais no exercício da Psicologia.
O Serviço Comunitário constitui um programa do plano curricular da
Licenciatura em Psicologia, e uma oportunidade extensível ao primeiro ano
dos Mestrados em Psicologia, que permite ao aluno desenvolver um projeto
de voluntariado em diversas instituições da comunidade, e cuja ação se
situa numa linha de complementaridade com a atividades dos profissionais,
sem os substituir.
A integração neste programa é facultativa e deverá corresponder a uma
decisão livre e voluntária do aluno, apoiada em motivações pessoais (e.g.,
a autonomia individual, a prática de uma cidadania ativa, o apoio ao
próximo) e valores como a empatia, a solidariedade, a gratuidade, a
responsabilidade e o compromisso.
O Serviço Comunitário poderá ser desenvolvido ao longo do ano letivo ou de
forma intensiva (e.g., interrupções letivas, férias), em instituições que
abrangem diferentes áreas de intervenção, como sejam: escolas, lares de
idosos, lares de acolhimento de crianças, projetos de intervenção
comunitária, instituições de saúde, entre outras.
A integração e o acompanhamento do aluno durante a sua prestação são
cumpridos em articulação entre a Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais
e a instituição acolhedora onde é implementado o projeto.
A prática de diferentes atividade de voluntariado pelo aluno ao longo do
seu percurso académico poderá assumir-se não só como uma mais valia
enquanto experiência facilitadora do seu desenvolvimento pessoal e social,
mas também da sua orientação profissional, uma vez que constitui uma
excelente oportunidade de conhecimento e exploração de contextos e
realidades que no futuro lhe poderão ser úteis na tomada de decisão sobre
a(s) área(s) de especialização ou profissionalização que pretenda
enveredar.
História
Quando em Itália, na cidade que empresta o nome ao chamado Processo de
Bolonha, é criada a universidade (1088), já no território que viria ser
Portugal funcionava não uma universidade, mas uma escola particular, com o
respetivo mestre, para ensinar os alunos que quisessem acorrer à Escola do
Cabido, aninhada junto à Sé de Braga.
Esta referência seria aqui dispensável, se não considerássemos dois
factos: primeiro, que é na tradição de tal escola, no longínquo ano de
1072 (ou mesmo antes), que a Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais,
enquanto natural continuadora da Faculdade de Filosofia, se coloca;
segundo, que foi exatamente esta (última) a primeira escola superior não
estatal a conferir graus académicos de licenciatura e doutoramento em
Portugal.
Resultando de um processo de reestruturação de duas Faculdades do Centro
Regional de Braga, a Faculdade de Filosofia e a Faculdade de Ciências
Sociais, a história da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais (FFCS),
por conseguinte, antes de mais, confunde-se com parte da própria história
da primeira. Na verdade, a Faculdade de Filosofia, enquanto obra da
Companhia de Jesus, está indelevelmente associada não só à presença dos
Jesuítas em Portugal, mas também à sua vocação para o ensino.
Chegados a Portugal em 1540, os primeiros jesuítas, Simão Rodrigues e S.
Francisco Xavier, depressa deram início às aulas públicas no Coleginho de
Santo Antão, em Lisboa, dedicando-se ali à formação humana e cristã da
juventude portuguesa.
Em 1543, receberam de D. João III uma casa em Coimbra, destinada aos
estudos dos jovens jesuítas; pouco depois, foi-lhes entregue pelo mesmo
rei o Colégio das Artes.
Em 1559, foi-lhes oferecida a Universidade de Évora pelo Cardeal D.
Henrique, o mesmo que, ainda Arcebispo de Braga, tentara construir para a
Companhia de Jesus um colégio. Mas foi o célebre Beato D. Frei Bartolomeu
dos Mártires que, em 1563, lhes "fundou" o Colégio de S. Paulo. Braga
entra, assim, dentro da tradição dos colégios dirigidos pelos jesuítas
portugueses.
Quando estes foram expulsos de Portugal, em 1759, dirigiam vinte e oito
colégios de ensino secundário, em Portugal, e a Universidade de Évora.
O Colégio de S. Paulo, em Braga, teve como primeiro Reitor o Beato Inácio
de Azevedo. Durante 196 anos, foi o Colégio de S. Paulo o principal centro
da educação da juventude bracarense: com mais de dois mil alunos
matriculados em vários anos, o Colégio distinguia-se pelo alto nível dos
seus estudos (chegando a ser pedida a colação de graus), e adquiriu o
privilégio de traje e atos académicos, com certas regalias ou usos do foro
universitário.
Os jesuítas voltaram a Braga em 1875. Desta vez, dedicaram-se mais ao
apostolado do que ao ensino. Mas quando, após a expulsão de 1910,
regressaram a Braga, em 1934, estabeleceram na Rua de S. Barnabé o
Instituto Beato Miguel de Carvalho para o estudo da Filosofia.
Em 1942, os estudos de Filosofia aqui ministrados são declarados pelo
Ministério da Educação “Curso Superior de Ciências Filosóficas”. Em 1947,
o Instituto é elevado a Faculdade Pontifícia e, em 1967, esta mesma
Faculdade é declarada, pelo decreto Lusitanorum nobilissima gens, de 13 de
outubro de 1967, Faculdade de Filosofia da Universidade Católica
Portuguesa. Foi a primeira Faculdade da nova Universidade Católica que, em
1968, prosseguiu a sua expansão com a Faculdade de Teologia em Lisboa.
Ao longo do tempo, a Faculdade de Filosofia alargou o leque da formação de
base, em Filosofia e Humanidades, às áreas do Desenvolvimento de Empresas,
Psicologia, Ciências da Comunicação, Artes e Ciências Documentais. Assim,
quando em 2001 é criada a Faculdade de Ciências Sociais, num conjunto de
três Unidades Orgânicas – que entretanto seriam integradas
administrativamente no Centro Regional de Braga – à oferta formativa já
existente na Faculdade de Filosofia e na de Teologia, vêm juntar-se o
Serviço Social, as Tecnologias da Informação e Comunicação, as Ciências da
Educação e, mais recentemente, o Turismo, o Património e o Design.
Cumprindo a determinação do Conselho Superior de 18 de janeiro de 2013,
formou-se o Grupo de Reflexão Estratégica para a reestruturação do Centro
Regional de Braga, constituído pelos Vice-Reitores, Profs. Doutores Isabel
Capeloa Gil e José Tolentino de Mendonça, pelo Presidente do Centro
Regional de Braga, Prof. Doutor João Duque, e pelos Profs. Doutores
Joaquim Azevedo, Miguel Gonçalves, Sérgio Tenreiro de Magalhães, Luísa
Leal de Faria e Alfredo Dinis.
Com trabalhos preparatórios apresentados no verão de 2013, porém, só na
sequência da nomeação, pelo Conselho Superior, em maio de 2014, de uma
Comissão de Acompanhamento do CRBr, e a partir da formação de um grupo de
trabalho local, a “Comissão de Reestruturação do CRBr”, o modelo a seguir
ganharia verdadeira forma (ou, pelo menos, contornos mais definidos).
Integraram a Comissão de Acompanhamento do CRBr os Profs. Doutores Luísa
Leal de Faria, Carvalho Guerra, João Duque e a Dra. Helena Brissos;
constituíram a “Comissão de Reestruturação do CRBr” os Profs. Doutores
João Duque, Presidente do CRBr e representante da Comissão de
Acompanhamento; Miguel Gonçalves, Augusto Soares da Silva e Carlos Morais,
da Direção da Faculdade de Filosofia; José Carlos Miranda, Alexandra
Esteves e Sérgio Magalhães Tenreiro, da Direção da Faculdade de Ciências
Sociais; Isabel Varanda, da Direção da Faculdade de Teologia; José Manuel
Martins Lopes SJ, representante da Companhia de Jesus; e João Alberto
Correia, representante da Arquidiocese de Braga.
Acolhido favoravelmente pela Comissão de Acompanhamento do CRBr, pela
Reitoria e pela Companhia de Jesus, seria com base neste modelo que o
Conselho Superior da UCP viria a aprovar, por unanimidade, no dia 16 de
janeiro de 2015, a fusão das duas Unidades de Ensino, por meio da criação
da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais – tendo em conta a
proximidade científica das áreas das duas faculdades e “a vantagem da
unificação de esforços e recursos, perante os fortes desafios da
internacionalização e da prestação de serviços à região”.
Nomeada, entretanto, por despacho reitoral de 18 de fevereiro de 2015, uma
Direção de transição (para, entre outras tarefas, “dirigir e acompanhar o
processo de gestão diária das duas faculdades com vista à criação da
Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais”), por Decreto MC–07/2015 do
Magno Chanceler da Universidade Católica Portuguesa e Cardeal Patriarca de
Lisboa, é instituída, em Braga, a partir do dia 1 de junho de 2015, a
Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais, tendo o seu Diretor e o
Conselho de Direção tomado posse, em ato público, no dia 5 do mesmo mês.