Crimes de sangue e de colarinho branco - ao crivo da investigação jornalística

Free-lancer Joaquim Gomes anima workshop na Católica-Braga

A investigação jornalística dos “crimes de sangue e de colarinho branco” é o tema abordado pelo jornalista free-lancer Joaquim Gomes, na quarta-feira 3 de Maio, a partir das 14h30, na Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais (UCP-Braga). Numa iniciativa do curso de licenciatura em Ciências da Comunicação, o repórter bracarense partilhará a sua experiência, no âmbito deste segundo workshop de Jornalismo de Investigação, em temáticas como a relação comunicação social/justiça, a credibilidade das fontes, as especificidades/diferenças da investigação entre os crimes de sangue e de colarinho branco, assim como as estratégias e as dificuldades do trabalho no terreno.

Originário do Porto, Joaquim Gomes é jornalista free-lancer há 30 anos, tendo-se especializado na informação policial e forense, com formação em jornalismo judicial do Centro de Estudos Judiciários e Instituto de Medicina Legal do Porto e frequência da licenciatura em Direito, na Universidade do Minho, em Braga, onde reside. Participou ainda num Estágio de Sobrevivência para Jornalistas, ministrado pelo então Centro de Instrução de Operações Especiais (Rangers), em Lamego.

O orador convidado tem desenvolvido trabalhos de investigação criminal para títulos da imprensa diária (Jornal de Notícias e Correio do Minho) e semanal portuguesa (Expresso e Sol), estando actualmente a acompanhar, entre outros, o caso do homicídio de um empresário da construção civil, em Braga. É autor de "Os Mistérios do Estripador de Lisboa" (Chiado Editora, 2012) e “Face oculta com rostos” (RCP Edições, 2014, 2ª ed.). Esta iniciativa aberta ao público, que tem lugar no auditório Isidro Alves (edifício da Rua de Camões), insere-se na filosofia formativa da Licenciatura em Ciências da Comunicação da Católica-Braga de proporcionar um contacto direto dos seus alunos com profissionais de reconhecido mérito e experiência.